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segunda-feira, 9 de abril de 2012

O MAIOR VAPORDUTO DO MUNDO


O Sistema é mais uma conquista do governo atual, que há anos trabalha em parceria com a Petrobras para incrementar os investimentos da estatal no RN. Nesta primeira fase do processo serão injetadas 180 toneladas de vapor por hora nos campos de produção de Estreito e Alto do Rodrigues , que tem alguns poços com um óleo muito viscoso, o que denota a necessecidade da injeção de vapor para torná-lo mais fino e com maior mobilidade.


De acordo com o secretário estadual de Energia e Assuntos Internacionais, Jean Paul Prates, o projeto faz parte de um programa que a Petrobras tem desenvolvido na Bacia Potiguar com vistas a revitalizar campos produtores que atingiram a maturidade, ou seja, já produziram muito e precisam de tecnologias especiais para estenderem a sua "vida útil".


Do ponto de vista econômico, para Prates, a importância do Vaporduto se relaciona diretamente com a retomada do aumento de produção de petróleo do estado, o que se reverterá em royalties, receitas governamentais em outros impostos, contratações locais, crescimento econômico, necessidade de mão-de-obra (empregos) e na manutenção dos investimentos em petróleo no Rio Grande do Norte.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

MICROESTACAS

Estava navegando pela net em busca de conhecimento a respeito de fundações, pois, trata-se de um assunto que tenho bastante interesse. E achei bastante incomum e ao mesmo tempo interessante este tipo de fundação, as Microestacas.
Esta técnica foi executada em um edifício tipo pombalino constituído por dois pisos mais a trapeira, nota-se a grande espessura (variável entre os pisos) das paredes frontais da alvenaria de pedra, as fachadas são constituídas por grandes janelas típicas da época e o pavimento é de madeira com  barrote assoalhos por tábuas. A parte abaixo da construção, o sótão, deve ser fruto de alguma intervenção.

É possível que o objetivo desta empreitada seja acrescentar dois pisos inferiores, tendo em vista a altura da escavação, mantendo o edifício original intacto.
No primeiro instante , recalcou-se todo o edifício, acompanhado das paredes frontais pois não há outro tipo de fundações, recorrendo a microestacas de coroa circular, solidarizadas no seu coroamento às paredes por vigas e maciços de recalçamento em concreto armado.
Com a remoção  do terreno de sustentação do edifício, foi necessário transferir as cargas de modo continuado para o solo inferior; os maciços encarregam-se da transmissão  dessas cargas para as microestacas. A solidarização dos elementos verticais recalcados aos maciços de encabeçamento das microestacas é executada por barras pré-esforçadas.

Seguindo uma sequência lógica de todo o processo seria dessa forma:
-Cravação das microestacas em torno  do elemento a recalcar;
-Execução dos maciços de encabeçamento das microestacas;
-Solidarização dos maciços de encabeçamento aos elementos verticais por meio de costura em barras pré-   reforçadas;
-Escavação do solo com transferência de cargas para as microestacas e projeção de concreto  na base do muro (traseira do edifício) para contenção do terreno;
-Execução de novos maciços de travamento entre microestacas;
- Continuação da escavação até à coroa pretendida e projeção  de concreto  para o muro.